Sabias que há vinhos verdes para todos os gostos e todas as ocasiões? A grande região demarcada dos vinhos verdes não é toda igual em termos de morfologia do terreno, exposição ao clima ou castas dominantes. Aqui há vales, há zonas montanhosas, há lugares que recebem mais chuva e outros mais expostos ao calor. Em comum, os solos férteis e verdejantes.
Dividida em 9 sub-regiões, ocupando 48 concelhos de 6 distritos e contando com cerca de 20 mil viticultores, 600 empresas engarrafadoras e mais de 34 mil hectares de vinha, a região dos vinhos verdes dá origem a perfis e estilos de vinho muito diversos, o que só enriquece a experiência de consumidores e apreciadores. O difícil é mesmo escolher!
Na vasta oferta de Vinhos Verdes, vais poder encontrar:
E apesar de não ser um vinho, mas um produto derivado, existem ainda no mercado vinagres de Vinho Verde, distintos e requintados, que dão um toque de sofisticação aos teus pratos!
É a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) — associação regional de carácter interprofissional —, o organismo responsável pela Certificação de Produtos com os selos de Denominação de Origem (DO) ‘Vinho Verde’ e de Indicação Geográfica (IG) ‘Minho’. Dispõe de uma vasta equipa de especialistas e de um Laboratório de Ensaios certificado pelo referencial NP EN ISO/IEC17025. Esta Comissão tem ainda a missão de apoiar a atividade económica dos seus associados nos domínios técnico, promocional e formativo, contribuindo para reforçar e alargar o patamar de excelência dos Vinhos Verdes.
A ‘Denominação de Origem’ e a ‘Indicação Geográfica’ são sistemas que certificam a qualidade e a autenticidade dos produtos alimentares de cada região e que se materializam em Selos de Garantia. Cada selo é único, contendo um código exclusivo e rastreável. Assegura-te de que compras Vinhos Verdes — e produtos derivados —, genuínos, procurando nas garrafas e nas embalagens estes selos:
Com vinte e muitos anos, nascido e criado em Braga, o Fidalguinho é o guia turístico mais acarinhado da cidade. Otimista, descontraído e muito falador, conhece histórias e piadas capazes de alegrar o espírito da pessoa mais empedernida. Em pequeno, já se destacava na rua do Souto, onde cresceu na mercearia da sua avó Maria. Aliás, é comum ouvi-lo a afirmar, orgulhosamente, ser a pessoa que mais subiu e desceu aquela mítica rua. Sempre de sorriso posto, não perde uma oportunidade de conhecer pessoas e de lhes mostrar o burgo pelo qual é apaixonado. Com uma energia contagiante, fala tão rápido que parece que as suas palavras estão a correr uma maratona! Encontra beleza em qualquer cantinho da cidade e basta que ouça a palavra ‘Braga’ para ficar todo arrepiado. Apesar de não ser fluente em inglês — nem em qualquer outra língua estrangeira, sejamos sinceros —, o Fidalguinho tem o dom de se fazer entender através de gestos cómicos e expressões faciais hilariantes. Consegue assim comunicar com toda a gente, venham da vizinha Espanha ou da lonqínqua Mongólia: um verdadeiro mestre na arte da mímica turística. Só há uma coisa que nunca entendeu: por que raio se chama Fidalguinho?